Na próxima terça-feira, dia 26 será realizada a Solenidade Virtual Preparatória para Entrega de Cédulas Profissionais no Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Bahia (CRMV/BA).
Dirigida a todos os profissionais que já entregaram a documentação ao Cadastro de Pessoa Física o evento está previsto em legislação e a participação é obrigatória para ter acesso ao documento.
Para ter acesso à sala virtual é necessária inscrição prévia clicando aqui. É importante que leia com atenção o Termo de Responsabilidade. Os dados informados no momento da inscrição devem ser os mesmos informados para a confecção da cédula profissional.
O link da sala virtual será encaminhado apenas aos inscritos no evento, após o encerramento das inscrições na segunda-feira.
Solenidade virtual para acesso à cédula profissional
Dia: 26 de agosto de 2025, terça-feira
Horário: previsão das 09h às 13h
Local: Ambiente virtual
Inscrições: Sympla
Temas densos e complexos foram alvos de debates da 513ª Reunião Plenária Ordinária do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Bahia (CRMV/BA). Tendo sido instaurada às 09h da manhã, a reunião prosseguiu até às 19h do dia 14 de agosto de 2025.
Recebendo análise dos diretores e conselheiros, o exercício da fiscalização foi debatido por muito tempo, à luz da Resolução CFMV 1275/ 2019, que dispõe sobre a estrutura física dos estabelecimentos médico-veterinários.
“Encontram-se várias situações distintas […] e vamos ampliar as discussões para termos segurança, tanto para nós, como órgão fiscalizador, como para os colegas. Existem muitas situações que ainda não estão previstas em normas e isso gera questionamentos dos fiscalizados”, explicou o presidente do CRMV/BA, Lúcio Leopoldo.
Zootec 2025
Foi também definido auxílio ao Zootec 2025 que vai ser realizado pela primeira vez em Salvador no mês de outubro deste ano.
“Entendendo o papel do Conselho em apoiar essas iniciativas em nosso estado, esta foi uma decisão muito importante”, pontuou Lúcio Leopoldo.
Questões administrativas internas como o Planejamento da Autarquia para 2026 também estiveram na pauta, colocando a par das propostas os conselheiros que não puderam participar do Treinamento do Planejamento Estratégico no dias 14 a 18 de julho.
Participantes da 513ª Reunião Plenária Ordinária do CRMV/BA, em 14 de agosto de 2025:
Méd.- vet. Maria Tereza V. L. Mascarenhas CRMV/BA 1678 VP – Virtual
Zoot. Maria Vanderly Andrea CRMV/BA 0134 ZP
Méd.- vet. Uilma Carla Lima de Brito Carneiro CRMV/BA 4497 VP
Méd.- vet. Willadesmon Santos da Silva CRMV/BA 1848 VP
Entre os dias 13 a 15 de agosto de 2025 foi realizada na Costa do Sauipe, a 38ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Tecnologia de Embriões (SBTE). O evento teve o apoio do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Bahia (CRMV/BA).
A abertura na noite do dia 13 de agosto, contou com a presença do presidente do CRMV/BA, Lúcio Leopoldo. “Em nosso pronunciamento fomos claros em relação as questões éticas, do encontro da bioética com as tecnologias da reprodução e os efeitos que podem advir dessas práticas, principalmente no aspecto do bem-estar animal, proteção ambiental e biossegurança. É importantíssimo que os colegas que trabalham nessa área tenham segurança e certeza das técnicas utilizadas e finalidade que se busca”, declarou Lúcio Leopoldo.
Em três dias, foram feitas palestras, apresentações de trabalhos, competições de estudantes, exposições comerciais e oficinas sobre biotecnologia da reprodução em variadas espécies.
Dirigido a profissionais e estudantes com atividades na área de biotécnicas aplicadas à Reprodução Animal o evento é presencial e ocorre sempre no começo do segundo semestre de cada ano, uma estratégia para não chocar com a época de maior atividade dos profissionais que trabalham com bovinos de corte e equinos.
Nessas reuniões a SBTE faz circular as novidades científicas e técnicas em diferentes regiões do Brasil. Este ano, ocorrendo no nordeste brasileiro, amplia possibilidades de participação, concentrada hoje no sudeste do país.
Ao comentar da aderência do público à reunião, Lúcio Leopoldo citou dados relevantes: “foram registados 552 participantes, é um número preciso, pois foi passado pela secretaria do evento. Pessoas de 18 países, pesquisadores estrangeiros e representantes de 23 estados brasileiros. Disso o mais importante é que cerca de 50% dos atuantes na área, são profissionais de campo”, relatou
Presidida por Roberto Sartori Filho (Gestão 2025-2026), a SBTE foi fundada em 1985 e fez seu primeiro evento já em 1986. Um dos seus objetivos é consolidar o Brasil como polo de pesquisa e desenvolvimento na área de biotecnologia da reprodução.
70 a 80% dos atendimentos na Clínica da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia são de animais de pequenos produtores
Com vasta programação, entre os dias 18 e 22 de agosto, estão sendo comemorados os 40 anos do Centro de Desenvolvimento da Pecuária (CDP), da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia (Emevz) da Universidade Federal da Bahia (Ufba), fundado em 20 de agosto de 1985.
Médico-veterinário Endrigo Adonis, vice-coordenador do CDP
“Dentre os hospitais federais -são 42 integrantes do fórum de dirigentes de hospitais universitários federais- nós somos o segundo no país com maior casuística de grandes animais. Esse é um ponto muito importante. O segundo ponto, é que em nossa observação, estimamos que cerca de 70 a 80% dos nossos atendimentos são de pequenos produtores, criadores que às vezes têm um animal no fundo de casa, pessoas de baixa renda”, pontua o médico-veterinário Endrigo Adonis, vice-coordenador do CDP.
Ele explica que o CDP também presta serviços aos grandes proprietários que procuram o hospital, atendendo ruminantes como bois, cabras e ovelhas, além dos equídeos na Fazenda Experimental de Oliveira dos Campinhos, no município de Santo Amaro/BA, a 90 km de Salvador, em uma área de 31 hectares.
Saúde Pública
Na visão do coordenador, ao fornecer serviços aos produtores, além de prestar um atividade social de extensão -que fortalece a formação dos médicos veterinários que estudam na Ufba que entram em contato com o atendimento clínico, cirúrgico e exames complementares no tratamento de ruminantes e equídeos- o CDP também tem peso na saúde pública.
“É uma importância grande pensando em doenças infectocontagiosas, zoonoses. Por exemplo: raiva, tuberculose, brucelose, são zoonoses e nós temos uma porcentagem de atendimentos que chegam para nós. isso é proteção da saúde da família do produtor, proteção da sociedade no quesito de saúde única, saúde pública”, declara Endrigo. Zoonoses são doenças causadas por bactérias, vírus, parasitas ou outros agentes patogênicos que podem ser transmitidas dos animais para os seres humanos.
Completar quatro décadas de funcionamento contínuo é um feito para um hospital público veterinário. A Bahia ainda carece da oferta nesta área de serviços. Hoje, além da Ufba, a Universidade Federal do Recôncavo (UFRB), a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob) e a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) possuem serviços semelhantes. No ramo particular, sabe-se de 02 hospitais veterinários para equinos no estado.
Tendo foco na formação dos alunos da Ufba que optam por trabalhar com grandes animais, o CDP foi concretizado por um dos professores mais importantes da história da Emevz, Luciano Figueredo. Hoje aposentado, ele também foi Idealizador da primeira Associação de Buiatria da Bahia.
No dia 18 de agosto, uma solenidade no auditório da Emevz marcou a abertura do Evento Técnico-Científico em comemoração aos 40 anos da entidade. Na mesa de abertura estiveram o vice-reitor da UFBA, Prof. Penildon Silva Filho; o diretor da Emevz, Prof. Rodrigo Freitas Bittencourt; o presidente da SMVBA, Prof. Ricardo Diniz Guerra e Silva; o presidente do CRMV/BA, Dr. Lúcio Leopoldo Aragão da Silva; o presidente da ABAMEV, Dr. Paulo Emílio Landulfo Medrado de Vinhaes Torres; e o coordenador do CDP, Prof. Moisés Dias Freitas.
Após a cerimônia, começou o ciclo de palestras sobre o histórico do CD e sobre enfermidades na pecuária, reforçando a importância do centro como referência de ensino. pesquisa e extensão.
Convidado pela coordenadora do curso de Medicina Veterinária, Aline Quintela, o presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Bahia (CRMV/BA), Lúcio Leopoldo, ministrou uma aula magna na Unifacs.
O evento acadêmico foi realizado na manhã da sexta-feira (15 de agosto), no campus Tancredo Neves e marcou o começo das aulas do segundo semestre.
Com capacidade para 150 pessoas, o auditório ficou lotado de estudantes em diversos estágios do curso. Alguns, do período noturno, já sinalizaram à coordenação que desejam a mesma oportunidade de ouvir o presidente do CRMV/BA.
Tendo longa experiência em sala de aula, Lúcio Leopoldo fez um painel da História da Medicina Veterinária, iniciando pelos primórdios da humanidade e suas alianças com os demais animais para conseguir alimentos, passando pela antiguidade, idade média indo até o período Vargas, em 1933, quando o Decreto nº 23.133 regulamentou a profissão de médico-veterinário.
Outras datas citadas por ele foram 1761, ano da criação da primeira Escola de Medicina Veterinária em Lyon na França, por Claude Bourgelat; 1913, fundação da primeira escola de Medicina Veterinária no Brasil, no Rio de Janeiro, com o nome de Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária [criada pelo Decreto nº 8.319 de 20 de outubro de 1910]; 1951, ano da criação da Escola de Medicina Veterinária pela Secretaria da Agricultura, Indústria e Comércio do Estado da Bahia e 1967, ano que a escola foi efetivamente federalizada, sendo parte da Universidade Federal da Bahia.
Constituição de 1988
Tendo formação jurídica, além de médico-veterinário, o palestrante destacou a importância da Constituição de 1988 para a sociedade e para a Medicina Veterinária . Segundo relatou, ainda nos anos 1988 na Medicina Veterinária do estado só haviam dois caminhos: clínica de grandes e clínica de pequenos.
Com o empoderamento dos municípios, uma consequência foi o aumento da demanda dos serviços de médicos-veterinários no combate às zoonoses e na vigilância sanitária, por exemplo. Em janeiro de 1999, o estado da Bahia criou a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), incrementando a demanda por profissionais de Medicina Veterinária.
Para uma plateia jovem e interessada, Leopoldo explicou que as transformações sociais no país trouxeram muitas oportunidades e também desafios. “Hoje são quase cem áreas nas quais o médico-veterinário pode atuar, mas este trabalho deve ser feito buscando a qualificação além da graduação”, explicou.
O papel de um Conselho de classe também foi detalhado. “Um Conselho é o estado regulamentando, fiscalizando e orientando os profissionais. Diferente de um sindicato que é criado para defender os direitos dos trabalhadores”, explicou.
Ao término da atividade, o presidente foi convidado a visitar as instalações da clínica-escola, na qual encontrou colegas e ex-alunos, sendo cumprimentando por todos.
“Hoje estamos iniciando mais um semestre letivo e acredito que não tem maneira mais importante, mais altiva e mais ética de iniciar o semestre com calouros de Medicina Veterinária, do que contando com a presença do nosso ilustríssimo presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Bahia, Dr. Lúcio Leopoldo, para falar de nossa profissão, sobre ética e princilpalmente sobre o papel do Conselho” explicou Quintela sobre o motivo do convite ao Regional baiano.
O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) lançou o projeto CFMV Mulher, iniciativa que tem como objetivo promover a equidade de gênero, fortalecer a liderança feminina e propor políticas institucionais voltadas ao enfrentamento do assédio moral, sexual e da violência de gênero. O anúncio ocorreu no dia 15 de agosto, durante a PetVet, em São Paulo.
A mesa redonda de lançamento contou com a presidente do CFMV, Ana Elisa Almeida; a presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo, Daniela Chiebao; a vice-presidente do CRMV-SP, Carolina Felippos, que coordenará o projeto; a deputada estadual por São Paulo, Clarice Ganem; e a deputada estadual pelo Amazonas, Joana Darc.
“As profissões vinculadas ao nosso Sistema têm forte presença feminina. Só na Medicina Veterinária, somos mais de 56%, mas ainda enfrentamos barreiras estruturais. O CFMV Mulher nasce com a missão de propor políticas institucionais de equidade de gênero, combater o assédio moral e sexual, apoiar as profissionais que conciliam a vida pessoal com a maternidade, e criar espaços de capacitação e liderança. Essa comissão vai atuar como voz ativa dentro do Sistema CFMV/CRMVs, subsidiando campanhas, estudos e diretrizes que realmente transformem a realidade das mulheres que constroem a nossa profissão”, afirmou a presidente do CFMV, Ana Elisa Almeida.
Para Daniela Chiebao, o projeto representa um avanço institucional. “O CFMV Mulher traz para dentro do Sistema a pauta da equidade de gênero e cria mecanismos concretos de valorização, capacitação e proteção das profissionais que enfrentam desafios dentro e fora do ambiente de trabalho”.
Coordenadora do projeto, Carolina Felippos destacou a importância de transformar a iniciativa em ações práticas. “Vamos propor medidas, campanhas e programas que dialoguem com a realidade das nossas profissionais, desde a conciliação entre carreira e maternidade até a formação de lideranças femininas em diferentes áreas da Medicina Veterinária e da Zootecnia”.
A deputada estadual Clarice Ganem ressaltou o alcance social do projeto. “Valorizar a mulher veterinária e zootecnista é valorizar a ciência, a saúde e o bem-estar da sociedade. O CFMV Mulher será um espaço de voz e ação para inspirar novas gerações”.
Já a deputada Joana Darc reforçou o caráter transformador da iniciativa. “Este projeto dá visibilidade e protagonismo às mulheres, combatendo desigualdades e incentivando mais participação feminina nos espaços de decisão”.
Como vai funcionar o CFMV Mulher
O CFMV Mulher será executado por uma comissão técnica, que terá como principais atribuições:
* Propor ações e políticas institucionais voltadas à promoção da equidade de gênero e ao fortalecimento da liderança feminina;
* Sugerir medidas preventivas e educativas para o enfrentamento do assédio moral, sexual e da violência de gênero nos ambientes vinculados ao Sistema CFMV/CRMVs;
* Apoiar iniciativas que favoreçam a conciliação entre vida profissional e pessoal, com atenção às demandas da maternidade;
* Colaborar com ações de capacitação, sensibilização e formação de conselheiros, empregados, profissionais e estudantes, em articulação com outras comissões ou setores do CFMV;
* Subsidiar o CFMV na elaboração de estudos, normas, campanhas e diretrizes sobre equidade de gênero e valorização da mulher;
* Atuar como instância consultiva da Presidência do CFMV em temas relacionados à sua área de atuação.
A regulamentação dos planos e seguros de saúde animal no Brasil e a criação da Agência Nacional de Saúde da Veterinária (ANS da Veterinária) dominaram o debate em mesa-redonda realizada durante a PetVet, em São Paulo, na quinta-feira (14). A proposta, que já conta com apoio político inicial e está em fase de estruturação técnica, busca oferecer segurança jurídica a médicos-veterinários e responsáveis por animais, fiscalizar condições sanitárias e estabelecer regras claras para um mercado hoje considerado desorganizado.
O presidente da Comissão Nacional de Estabelecimentos e Práticas Veterinárias (Conevet) do CFMV, Bruno Divino, explicou que o projeto já foi apresentado a um grupo de deputados, que manifestaram apoio, e deve ser encaminhado ao Ministério do Meio Ambiente, provável responsável pela nova agência. “Temos um limbo regulatório no setor pet. Criar essa agência, até pelo risco que os pacientes correm por causa dessa desorganização, é um grande desafio. A base é regulamentar planos, estabelecer normas sanitárias e fiscalizar produtos pet. Agência tem papel punitivo e técnico para fazer isso”, afirmou.
Segundo Divino, o texto da proposta está em revisão e será lapidado antes de chegar ao governo. Entre os pilares, estão a defesa do consumidor, a fiscalização sanitária, a equalização estrutural dos estabelecimentos e a característica técnica da agência. “A causa animal tem apoio de diferentes espectros políticos. Com uma proposta bem estruturada, temos grande chance de avançar”, acrescentou.
Para o gerente técnico do CFMV, Fernando Zacchi, a principal barreira é que o poder de regulamentar não está nas mãos do conselho. “Dependemos de projetos de lei para criar a agência nos moldes da ANS. Monitoramos cerca de 900 projetos no Congresso e alguns tratam do tema. Articulamos com entidades para propor essa criação e convencer políticos e ministérios.”
A presidente do CFMV, Ana Elisa Almeida, reforçou que a falta de regras compromete a atuação profissional e a segurança dos animais. “O que a gente tem de fazer é enfrentar. Estamos construindo caminhos, mas a coisa está solta e não dá segurança jurídica aos profissionais, além de oferecer riscos.”
Também presente no debate, a deputada estadual Joana Darc destacou a importância da mobilização política da classe. “A gente precisa regulamentar, mas também precisa expandir a consciência do médico-veterinário para estar no Congresso, nas assembleias, nas câmaras. Do contrário, vamos ficar falando entre nós.”
O encontro na PetVet ainda apresentou um panorama do mercado, com lideranças apontando preocupações sobre remuneração, qualificação profissional e o impacto ético do avanço dos planos. Entre os dados citados, levantamento da Fundação Dom Cabral (2022) mostrou que 58% dos estabelecimentos veterinários faturavam R$ 32 mil ao ano, enquanto processos éticos nos conselhos triplicaram nos últimos anos.
“O momento é de alinhar forças técnicas e políticas para que a ANS da Veterinária saia do papel, equilibrando as demandas do mercado com a valorização do trabalho médico-veterinário e o bem-estar animal”, reforça Ana Elisa Almeida.
Foi publicado o Edital das primeiras convocações do Concurso do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Bahia (CRMV/BA). As provas foram aplicadas no dia 13 de abril de 2025, há apenas quatro meses.
Foram chamados para entrega de documentos e exames de saúde o primeiro colocado para o cargo de advogado e o primeiro colocado para o cargo de médico-veterinário fiscal, aprovados na modalidade de ampla concorrência.
Conforme o edital, os candidatos que não comparecerem nos dias e horários anunciados serão declarados desistentes do concurso público, sem direito à segunda chamada. Isso reforça a importância de que todos os aprovados mantenham seus dados atualizados para receber em tempo hábil as comunicações que ocorram .
O concurso teve o resultado definitivo homologado em 21 de julho de 2025. De igual forma as futuras convocações serão feitas respeitando rigorosamente a ordem de classificação dos candidatos aprovados.
Tendo validade por dois anos, com possibilidade de prorrogação por mais dois, em caso de decisão da Autarquia, as convocações serão feitas conforme as demandas que ocorram no CRMV/BA.
Para lembrar:
Edital de Convocação aqui.
Cargos chamados: advogado e médico-veterinário fiscal
Validade do Concurso: 02 anos, com possibilidade de prorrogação por igual período.
Estão abertas até o dia 31 de agosto, as inscrições para a 22ª turma do Programa de Treinamento em Epidemiologia aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS), da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde.
Conforme o edital são pré-requisitos, entre outros: ter pós-graduação, três anos de experiência em serviços de saúde e estar regular com o Conselho de classe.
Previsto para começar em 02 de março de 2026, o treinamento terá duração de dois anos, com carga horária de 3.600 horas e será presencial, com dedicação exclusiva, em Brasília. Os aprovados também vão atuar como apoio na tutoria nos demais níveis de formação do EpiSUS (Fundamental e Intermediário).
Ao comentar sobre o treinamento, a presidente da Comissão Nacional de Uma Só Saúde do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CNUSS/CFMV) e membro da Comissão Estadual de Saúde Única do Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia (Cesu – CRMV/BA), Maria Tereza Mascarenhas, avaliou que “trata-se de uma oportunidade fundamental para fortalecer nossa estrutura de resposta em saúde pública, capacitando profissionais nas áreas de epidemiologia de campo, vigilância e investigação de surtos -competências essenciais no contexto contemporâneo-, fortalecendo a resposta intersetorial em emergências, integrando saúde humana, animal e ambiental”.
Inclusivo
Criado em 2000, o programa está dividido em três níveis: Fundamental, Intermediário e Avançado.
No total, são 12 vagas (três de ampla concorrência, 1 para indígena, 1 quilombola, 3 para pessoas pretas ou pardas, 1 para pessoa trans, 1 PCD e 02 da Comunidade Lusófona) de nível avançado para os profissionais de saúde, como médicos-veterinários.
Dividido em três etapas, o processo seletivo será composto de análise curricular, entrevista por meio remoto e prova em 24 a 28 de novembro de 2025, em Brasília.
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